Para leitura de fim-de-semana, deixo algumas notícias sobre o concelho que surgiram durante o mês de Janeiro.
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/559493
http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=7078
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Vila%20Real&Concelho=Ribeira%20de%20Pena&Option=Interior&content_id=1478594
http://www.oje.pt/noticias/nacional/camara-de-ribeira-de-pena-implementa-via-verde-do-investimento-em-2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
2010
Chegou o novo ano.
Esta altura é, na generalidade, vista como uma época de renovação que se aproveita para fazer um balanço do passado e renovar o ânimo para enfrentar o futuro, com novos projectos, novos objectivos e os votos de que seja um ano melhor. E ânimo é necessário, afinal ainda vivemos em crise e, por muito que alguns digam que estamos a recuperar, sentimos diariamente os seus efeitos. É, por isso, altura de o Terras de Pena deixar os votos para o novo ano.
Tal como outros concelhos rurais portugueses, Ribeira de Pena começa o ano com vários problemas que precisam de solução sob o risco de continuar em acelerada desertificação, o que a longo prazo conduzirá a uma inevitável extinção. Os últimos dados estatísticos relativos ao poder de compra concelhio não abonam em seu favor, colocando o concelho entre os que preenchem o fundo da tabela. A desertificação é visível principalmente nas aldeias, onde são cada vez menos os jovens que aí possuem residência permanente. A construção da nova barragem em Daivões veio animar o sector económico e ajudar no combate ao desemprego. Mas tal como aconteceu com a auto-estrada A7, é uma solução temporária; se não forem criadas condições para que a mão-de-obra posteriormente dispendida seja reabsorvida, não só a sua conclusão levará ao aumento do desemprego como a um posterior êxodo ainda mais acentuado. Também as condições de vida da população são importantes para a sua fixação. O concelho deve ser capaz de criar bem-estar para os seus habitantes, não apenas em infra-estruturas mas também na oferta cultural e de serviços. Não é, no entanto, simples encontrar soluções para contrariar esta situação. É aqui que a criatividade e visão progressista se revelam fundamentais.
O primeiro papel vai para as autoridades locais. O incentivo ao desenvolvimento económico, o apoio social, a dinamização cultural, a divulgação e o marketing devem estar sempre entre as prioridades municipais. 2010 começa com uma renovada liderança nos diferentes órgãos autárquicos, dotada de novo empenho e a quem eu proponho uma mudança de prioridades. A dificuldade em cativar investimento industrial ou agrícola leva-nos a ter de aproveitar outros recursos como o patrimório historico-artístico e o património natural. Terra de grande beleza paisagística, vai receber com a nova barragem novo trunfo para o desenvolvimento do turismo que, aliado ao seu rico património histórico, artístico e etnográfico, terá condições para ser uma prioridade no desenvolvimento do concelho. O futuro de Ribeira de Pena passa, inevitavelmente, pelo turismo para encetar o caminho do desenvolvimento.
Vários são os apoios financeiros que se podem aproveitar do Quadro Comunitário de Apoio
Mas a responsabilidade não cabe apenas às autoridades. Também os agentes económicos têm a sua quota parte. Aos empresários cabe investir em Ribeira de Pena, impulsionando a dinâmica financeira do concelho, criando emprego e riqueza. Se sentem dificuldades não devem desanimar mas antes reestruturar os seus negócios e torna-los mais competitivos. Ribeira de Pena precisa de infra-estruturas de qualidade para apoio ao desenvolvimento do turismo, nomeadamente estruturas de hotelaria e restauração, mas também de animação, capazes de permitir cativar e fidelizar visitantes.
No novo ano, o Terras de Pena continuará com o seu contributo para o desenvolvimento do concelho, dentro das limitações inerentes a um blog dinamizado unicamente por voluntarismo, quer promovendo a divulgação de Ribeira de Pena, quer dinamizando uma reflexão construtiva tão necessária e que motivou a sua criação.
Deixo ainda uma mensagem para os mais distraídos.
A criação do Terras de Pena teve os objectivos já referidos: promover a divulgação do concelho e a reflexão construtiva, longe de qualquer tendência ou ideologia. Entende-se como reflexão construtiva a apresentação de ideias e críticas que contribuam para o desenvolvimento, o que é totalmente oposto à crítica que tem por objectivo a destruição e a alimentação de polémicas ou lutas políticas. Isto em nada contribui para o desenvolvimento do concelho, antes sim para a sua regressão. Aos que têm esses interesses, lembro-lhes que têm a Assembleia Municipal e que podem sempre criar meios de informação próprios. No Terras de Pena, que é, relembro, um blog pessoal, não encontrarão esse apoio.
A todos os ribeirapenenses, os votos de um próspero e feliz 2010.
Esta altura é, na generalidade, vista como uma época de renovação que se aproveita para fazer um balanço do passado e renovar o ânimo para enfrentar o futuro, com novos projectos, novos objectivos e os votos de que seja um ano melhor. E ânimo é necessário, afinal ainda vivemos em crise e, por muito que alguns digam que estamos a recuperar, sentimos diariamente os seus efeitos. É, por isso, altura de o Terras de Pena deixar os votos para o novo ano.
Tal como outros concelhos rurais portugueses, Ribeira de Pena começa o ano com vários problemas que precisam de solução sob o risco de continuar em acelerada desertificação, o que a longo prazo conduzirá a uma inevitável extinção. Os últimos dados estatísticos relativos ao poder de compra concelhio não abonam em seu favor, colocando o concelho entre os que preenchem o fundo da tabela. A desertificação é visível principalmente nas aldeias, onde são cada vez menos os jovens que aí possuem residência permanente. A construção da nova barragem em Daivões veio animar o sector económico e ajudar no combate ao desemprego. Mas tal como aconteceu com a auto-estrada A7, é uma solução temporária; se não forem criadas condições para que a mão-de-obra posteriormente dispendida seja reabsorvida, não só a sua conclusão levará ao aumento do desemprego como a um posterior êxodo ainda mais acentuado. Também as condições de vida da população são importantes para a sua fixação. O concelho deve ser capaz de criar bem-estar para os seus habitantes, não apenas em infra-estruturas mas também na oferta cultural e de serviços. Não é, no entanto, simples encontrar soluções para contrariar esta situação. É aqui que a criatividade e visão progressista se revelam fundamentais.
O primeiro papel vai para as autoridades locais. O incentivo ao desenvolvimento económico, o apoio social, a dinamização cultural, a divulgação e o marketing devem estar sempre entre as prioridades municipais. 2010 começa com uma renovada liderança nos diferentes órgãos autárquicos, dotada de novo empenho e a quem eu proponho uma mudança de prioridades. A dificuldade em cativar investimento industrial ou agrícola leva-nos a ter de aproveitar outros recursos como o patrimório historico-artístico e o património natural. Terra de grande beleza paisagística, vai receber com a nova barragem novo trunfo para o desenvolvimento do turismo que, aliado ao seu rico património histórico, artístico e etnográfico, terá condições para ser uma prioridade no desenvolvimento do concelho. O futuro de Ribeira de Pena passa, inevitavelmente, pelo turismo para encetar o caminho do desenvolvimento.
Vários são os apoios financeiros que se podem aproveitar do Quadro Comunitário de Apoio
Mas a responsabilidade não cabe apenas às autoridades. Também os agentes económicos têm a sua quota parte. Aos empresários cabe investir em Ribeira de Pena, impulsionando a dinâmica financeira do concelho, criando emprego e riqueza. Se sentem dificuldades não devem desanimar mas antes reestruturar os seus negócios e torna-los mais competitivos. Ribeira de Pena precisa de infra-estruturas de qualidade para apoio ao desenvolvimento do turismo, nomeadamente estruturas de hotelaria e restauração, mas também de animação, capazes de permitir cativar e fidelizar visitantes.
No novo ano, o Terras de Pena continuará com o seu contributo para o desenvolvimento do concelho, dentro das limitações inerentes a um blog dinamizado unicamente por voluntarismo, quer promovendo a divulgação de Ribeira de Pena, quer dinamizando uma reflexão construtiva tão necessária e que motivou a sua criação.
Deixo ainda uma mensagem para os mais distraídos.
A criação do Terras de Pena teve os objectivos já referidos: promover a divulgação do concelho e a reflexão construtiva, longe de qualquer tendência ou ideologia. Entende-se como reflexão construtiva a apresentação de ideias e críticas que contribuam para o desenvolvimento, o que é totalmente oposto à crítica que tem por objectivo a destruição e a alimentação de polémicas ou lutas políticas. Isto em nada contribui para o desenvolvimento do concelho, antes sim para a sua regressão. Aos que têm esses interesses, lembro-lhes que têm a Assembleia Municipal e que podem sempre criar meios de informação próprios. No Terras de Pena, que é, relembro, um blog pessoal, não encontrarão esse apoio.
A todos os ribeirapenenses, os votos de um próspero e feliz 2010.
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
REAL TERTÚLIA DE PENA - Comunicado
Em comemoração pelo seu terceiro aniversário, a Real Tertúlia de Pena partilha com os ribeirapenenses algumas preocupações sobre o concelho. Embora estas temáticas tenham já sido anteriormente abordadas, nunca é demais reiterar a sua reflexão.
A história de um povo não se compõe apenas por documentos e sítios. Por vezes, a maior riqueza encontra-se nas histórias e lendas que compõem a sua tradição oral. Os últimos 50 anos representaram, tal como no restante país, uma mudança profunda na vida dos ribeirapenenses, que viram os seus usos e costumes evoluir com a própria sociedade. Com isto, também os ensinamentos e histórias que durante séculos passaram oralmente de pais para filhos deixaram de ter a importância de anteriormente, porque os filhos já não seguiam a arte dos pais, porque a escola passou a ter maior importância na sua educação, porque a mobilidade era maior, levando a um abandono prematuro da terra natal. É, por isso, urgente que seja feito um levantamento das histórias, lendas e pedaços de sabedoria popular que ao longo dos séculos fez parte da vida quotidiana dos ribeirapenenses, sob o risco de se perderem as gerações que pertencem a esse passado e que guardam essa mesma tradição oral. Este levantamento deve depois ser publicado, como forma de salvaguarda e divulgação, e disponibilizado aos ribeirapenenses.
A qualidade de vida que uma região oferece passa também pela sua oferta cultural. Os concelhos onde há uma dinamização cultural criam condições de riqueza, quer estabilizando os seus habitantes, que já não necessitam de se deslocar a outros locais para usufruírem desta oferta, quer atraindo outros, dinamizando o turismo e incentivando o consumo dentro do concelho, o que beneficiará a economia local. Os pequenos concelhos que pretendem divulgação apostam geralmente, e com sucesso, na cultura para obterem esse reconhecimento. A Real Tertúlia insiste, assim, na importância da dinamização cultural enquanto forma de desenvolvimento para Ribeira de Pena.
A Real Tertúlia de Pena deseja a todos os ribeirapenenses um Feliz Natal e um novo ano pleno em prosperidade.
A história de um povo não se compõe apenas por documentos e sítios. Por vezes, a maior riqueza encontra-se nas histórias e lendas que compõem a sua tradição oral. Os últimos 50 anos representaram, tal como no restante país, uma mudança profunda na vida dos ribeirapenenses, que viram os seus usos e costumes evoluir com a própria sociedade. Com isto, também os ensinamentos e histórias que durante séculos passaram oralmente de pais para filhos deixaram de ter a importância de anteriormente, porque os filhos já não seguiam a arte dos pais, porque a escola passou a ter maior importância na sua educação, porque a mobilidade era maior, levando a um abandono prematuro da terra natal. É, por isso, urgente que seja feito um levantamento das histórias, lendas e pedaços de sabedoria popular que ao longo dos séculos fez parte da vida quotidiana dos ribeirapenenses, sob o risco de se perderem as gerações que pertencem a esse passado e que guardam essa mesma tradição oral. Este levantamento deve depois ser publicado, como forma de salvaguarda e divulgação, e disponibilizado aos ribeirapenenses.
A qualidade de vida que uma região oferece passa também pela sua oferta cultural. Os concelhos onde há uma dinamização cultural criam condições de riqueza, quer estabilizando os seus habitantes, que já não necessitam de se deslocar a outros locais para usufruírem desta oferta, quer atraindo outros, dinamizando o turismo e incentivando o consumo dentro do concelho, o que beneficiará a economia local. Os pequenos concelhos que pretendem divulgação apostam geralmente, e com sucesso, na cultura para obterem esse reconhecimento. A Real Tertúlia insiste, assim, na importância da dinamização cultural enquanto forma de desenvolvimento para Ribeira de Pena.
A Real Tertúlia de Pena deseja a todos os ribeirapenenses um Feliz Natal e um novo ano pleno em prosperidade.
Etiquetas:
Cultura,
Real Tertúlia de Pena
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Apanha do Cogumelo - Nova legislação
Aos amantes dos míscaros e cogumelos, que em Ribeira de Pena são muitos, deixo esta notícia divulgada pela Alto Tâmega TV.
http://www.attv.pt/index.php?option=com_content&view=section&id=1&layout=blog&Itemid=2
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http://www.attv.pt/index.php?option=com_content&view=section&id=1&layout=blog&Itemid=2
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Ribeira de Pena - Tempo de Antena

Tive conhecimento de um pequeno tempo de antena que a Rádio Fórum Boticas dedica semanalmente a Ribeira de Pena. Este tempo de antena é dinamizado por Manuel Costa, que comenta os acontecimentos de maior importância no concelho.
Os comentários podem ser ouvido às Terças, entre as 11h e as 11h15, em 103.9 FM ou online, no link abaixo.
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Padre de Covas de Barroso detido por posse ilegal de armas
Esta história tem dado que falar nos últimos dias e tem de curioso, além do facto de o alegado prevaricador ser um padre, o facto de esse padre ter sob sua responsabilidade a paróquia de Canedo, no nosso concelho. Ficam algumas notícias relacionadas com o caso, nos links abaixo.
http://www.diariodetrasosmontes.com/noticias/complecta.php3?id=15368
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1402102
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http://www.diariodetrasosmontes.com/noticias/complecta.php3?id=15368
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1402102
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